quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Breakfast with Scot

Foi o primeiro filme da noite e o principal.

Como sempre vou à biblioteca e pego 500 filmes, mas às vezes não assisto nenhum. Triste, eu sei. Mas a felicidade de pegar um filme aleatório e ele ser bom, me faz ganhar o dia, semana, mês! 
Os finais milagrosos ainda me desapontam, mas tem filmes tão, mas tão bons, que eles se tornam um detalhe. Aquela coisa que o filme estraga o filme não é a minha filosofia, porque durante 1h 50m eu só consigo pensar "nossa, que filme bem feito".
Hoje assisti este filme canadense de 2007, dirigido por Laurie Lynd, é um drama, mas feito de uma forma tão sensível, de forma cômica. Eu ri demais! Ri da forma que foi feito, dos diálogos e o ator central foi muito bem construído.
Scot é um garoto de 11 anos, que estava em uma casa de auxílio a criança, quando descobre que sua mãe morreu em um acidente de carro. Há 5 anos atrás, talvez sabando do seu vício e destino, sua mãe deixa uma carta dizendo que, caso algo acontecesse a ela, seu então parceiro Billy, seria responsável por Scot.
Como Billy não foi encontrato até então (estava vivendo no Brasil, e passa o filme falando espanhol), o menino é designado a ficar com seu tio Sam, que vive com seu parceiro Eric. Este último trabalha em um canal de esporte, era jogador de hokey e não assume publicamente que é gay.
O mais gostoso do filme é ver como Scot é um menino sensível, inteligente, engraçado e tem seu próprio jeito de ver a vida. E como muitas vezes a gente precisa de uns tapas na cara para aprender a dar valor na vida, nas pessoas, no que há de verdadeiro nela.
Sei que eu quero ver o filme de novo e de novo, e de novo.